Autoestima, uma plantinha a ser regada todos os dias

Avaliar o que está ao nosso redor e libertar-se de certos padrões pode ser o caminho

 

 

 

Como está sua autoestima? O tempo passa tão rápido que muitas vezes nem nos damos conta de se olhar no espelho e fazer essa pergunta tão fundamental e determinante para nossa felicidade.

 

 

Muitos podem ser os fatores que se relacionam para a nossa autoestima estar elevada ou em baixa. Por isso, se faz necessária também a autoavaliação de como estão sendo as consequências de todas as nossas atitudes, afinal, muitas delas dependem somente de nós.

 

 

A psicóloga e docente da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo) Angélica Capelari ressalta que no mundo atual, de tantas informações, relações e correrias, o desafio de manter a autoestima em alta tem sido cada vez maior. “Muitas vezes depende das relações que temos com as pessoas as quais convivemos. Quando está em baixa, geralmente é devido às dificuldades do dia a dia, as histórias de vida e o mundo que nos rodeia.”

 

 

O caminho mais certeiro sempre será a busca por viver situações felizes e que nos estimulem. Mas quando a maré vai contra os nossos anseios, nos deixando à deriva, é hora de ligar o alerta e agir para entender que não existe um só fator que determina o bem-estar da autoestima, mas muitos outros, como estar em lugares que nos fazem bem,  atividades físicas que nos desafiem, a busca por conhecimento que venha a despertar habilidades antes desconhecidas, e pessoas que podemos confiar e nos sentirmos bem.

 

 

A psicóloga Angélica Capelari destaca que as dores físicas e psicológicas também contribuem para que a autoestima fique baixa, causando tristeza e desânimo. “É difícil estar bem quando algo dói, mas devemos sempre lutar pelo bom funcionamento de tudo, provocando o prazer e bem-estar necessário, a fim de que não cheguemos ao estágio que incapacita a vida por causa da baixa autoestima”, pontua a especialista.

 

 

Tratar a autoestima é um processo constante. “Na terapia a pessoa aprende como se valorizar e aumentar as chances de manter a autoestima elevada”, conclui Angélica.

 

 

A psicóloga Beatriz Brambilla da PUC (Pontifícia Universidade Católica São Paulo), explica que existem alguns pilares para a construção da percepção da autoestima, dentre eles como nos percebemos e como as pessoas nos percebem. “Essa percepção se forma muito baseado na maneira como se constrói a imagem. No geral tem a ver com as experiências padrões referentes ao nosso desempenho profissional, afetivo, ao nosso corpo. E muitas vezes não conseguimos corresponder a certas demandas que nos são colocadas, provocando assim a baixa autoestima.”

 

 

Para a docente da PUC, um dos caminhos para cuidarmos bem da autoestima é libertar-se de certos padrões que são estipulados pela sociedade, provocando assim que possamos nos conhecer mais e planejarmos melhor nossos sonhos e desejos. “É impossível nos sentirmos bem o tempo todo, mas isso não significa que estamos depressivos. Quando não estamos bem ficamos mais fragilizados, afetando o cotidiano e o trabalho. Mas quando valorizamos nossas experiências prazerosas, pedimos ajuda e conhecemos nossos potenciais, tudo fica bem para a autoestima.”

 

 

Fontes:

 

 

Beatriz Brambilla - Psicóloga e docente da PUC - SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)

Contato: Comafetividade@gmail.com

 

 

Angelica Capelari - psicóloga e docente da da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo)

Contato - 4366-5565

 

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